Baba Kejaiye
Sumo Sacerdote da Instituição
Aqui encontra-se o Batuque.
Aqui encontra-se o berço desta tradição.
Venha fazer parte de nosso Grupo!
"A cultura que o Yoruba trouxe, que superou o sofrimento e a dor. Transformando toda tortura em milagre e renascendo em Filosofia e Religião. "
Quem é Baba Kejaiye?
Bàbá Kejaiye é um respeitado sacerdote, Babalorixá e o atual dirigente e fundador do Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo, um templo religioso de tradição Nagô-Yorubá localizado na cidade de Pelotas (RS).
Ele é uma figura central na preservação, resgate e reconstrução da memória litúrgica africana no sul do país, destacando-se por sua atuação teológica e comunitária.
A atuação de Bàbá Kejaiye (nome civil: Eurico Pontes Nunes) na academia é marcada por uma via de mão dupla muito singular: ele atua tanto como pesquisador e acadêmico quanto como um dos mais importantes interlocutores e especialistas tradicionais consultados pela comunidade científica.
Sua presença nas universidades, especialmente na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), rompe as barreiras entre o saber científico ocidental e a sabedoria ancestral de terreiro.
Sua atuação no ambiente acadêmico abrange diversas frentes estruturantes:
1. Formação e Pesquisa em Arqueologia e Antropologia
Bàbá Kejaiye ingressou na graduação na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), transitando pelos cursos de Bacharelado em Antropologia e Bacharelado em Arqueologia.
Como pesquisador, seus principais focos de investigação científica estão diretamente ligados à:
* Arqueologia da Diáspora Africana: Estudo material e histórico da presença e resistência dos povos escravizados no Sul do Brasil.
* Paleoparasitologia: Campo científico que estuda parasitas em material arqueológico para entender a saúde, hábitos e a ecologia de populações do passado.
2. Consultoria Etnoarqueológica (Decodificação do Axé)
Sua autoridade litúrgica faz com que cientistas recorram a ele para decifrar achados arqueológicos ligados à escravidão em Pelotas. Em pesquisas publicadas pela UFPel e pela UFMG, Bàbá Kejaiye foi o responsável por realizar o jogo de búzios (merindilogun) para identificar "deposições de ferro" e objetos rituais escavados em antigas senzalas e charqueadas da região.
* Exemplo Prático: Cientistas recorreram ao seu saber para decodificar um achado arqueológico na Charqueada São João, classificando os ferros rituais como antigos assentamentos dedicados aos Orixás Azanadô e Oxumarê, que serviam para trazer equilíbrio, prosperidade e proteção contra doenças à comunidade negra escravizada.
3. Condução de Ritos de Salvaguarda Patrimonial
O diálogo de Eurico com a academia estende-se à preservação arqueológica em campo. Em novembro de 2021, ele conduziu na histórica Charqueada São João uma cerimônia de reenterramento do axé, um ato ritualístico e científico compartilhado. Sob as orientações do Ifá, o Babalorixá replantou fisicamente o axé ancestral ao lado de uma figueira no pátio interno da propriedade com a participação de arqueólogos e pesquisadores (como o Dr. Lúcio Menezes Ferreira).
4. Objeto de Estudo Antropológico e de Cultura Material
O próprio templo de Bàbá Kejaiye, o Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo, serve como laboratório vivo para teses, dissertações e artigos científicos. Pesquisadores da área de antropologia utilizam a rotina da casa para produzir artigos sobre o "novo animismo" e a vitalidade da cultura material do Batuque Nagô (que muitos consideravam em extinção na região).
Estudos publicados em periódicos científicos avaliam ritos específicos da casa, como a agência dos otás (pedras preparadas na iniciação) e a parafernália material envolvida na tradicional Fogueira de Xangô.
5. Atuação contra a Intolerância Religiosa
Ele também colabora com pesquisas voltadas à sociologia da religião e ao direito. Sua vivência institucional como líder do Ilé ajudou a fundamentar artigos acadêmicos que debatem o preconceito religioso dissimulado e as barreiras burocráticas impostas pelo poder público e pela vizinhança aos terreiros de matriz africana na periferia urbana.
Atuação e Filosofia Religiosa
* Fundação do Ilé (2008): Bàbá Kejaiye formalizou e registrou juridicamente o templo em 2008. Em sua fundação, ele optou pelo termo Ilé (Casa) em contraponto ao termo Egbe (Sociedade) — que era muito comum na região por influências históricas externas —, visando criar um espaço focado em acolhimento familiar e inclusão comunitária.
* Resgate da Tradição Nagô-Yorubá: Sob o seu comando, o templo realiza o culto de 16 divindades e adota internamente o Calendário Kojoda (o calendário oficial nigeriano), buscando afastar os ritos do sincretismo católico tradicional.
* Linha Sucessória: O sacerdote foi iniciado nas tradições de matriz africana em 1999 por Baba Evanicé, herdando a linhagem espiritual que remonta historicamente a antigos baluartes da tradição afro-gaúcha, como o Pai de Santo pioneiro Ibrain Atalla d'Oyá Messan.
Contribuição Social e Acadêmica
* Diálogo com a Ciência:
Bàbá Kejaiye é frequentemente consultado e colabora de forma direta com o Departamento de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Seu conhecimento litúrgico apoia pesquisas etnoarqueológicas voltadas a decodificar a ancestralidade dos negros escravizados na região sul.
Atendimento Gratuito e Eventos: Ele lidera sessões de atendimento espiritual gratuito voltadas à comunidade local e coordena o ciclo de palestras públicas do ECA (Encontro de Comunhão com a Ancestralidade), que debate questões de filosofia e preservação das religiões de matriz africana.
A trajetória e a própria fundamentação teórica construída pela casa e por seu líder, Bàbá Kejaiye (Eurico Pontes Nunes), espelham exatamente os conceitos práticos e as características do que a antropologia define como um movimento de reafricanização.
Existem menções e colaborações da casa e do sacerdote em pesquisas científicas de relevância (como estudos do Departamento de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas - UFPel), que jogam luz sobre essa postura de resgate litúrgico.
A conexão do terreiro com o conceito de reafricanização manifesta-se através de três pilares práticos:
1. Mudança de Terminologia e Estrutura Ritualística
A transição que Bàbá Kejaiye promoveu ao registrar juridicamente a casa em 2008 é um reflexo clássico de reafricanização. Majoritariamente, as casas de matriz Nagô no Rio Grande do Sul que descendem de ramificações históricas (como a linhagem de Paulo Menezes) adotam o termo Egbe (Sociedade), fortemente influenciado pelas heranças das irmandades e da Maçonaria do século XX. A decisão de utilizar Ilé Àṣẹ (Casa de Axé) buscou romper com o modelo burocrático ocidental e recuperar a concepção comunitária e puramente iorubá de família de santo.
2. Alinhamento com o Calendário Nigeriano (Kojoda)
Diferente da maioria dos terreiros de Batuque tradicionais do Sul, que sincronizam suas festas de Orixá com o calendário católico (aproveitando feriados de santos sincretizados), o Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo adota internamente o Calendário Kojoda (o calendário litúrgico oficial nigeriano). Esse abandono progressivo do sincretismo em prol de uma cronologia puramente africana é um dos maiores marcadores dos processos de reafricanização no Brasil.
3. Contribuição na Arqueologia da Diáspora
O conhecimento litúrgico e a busca pela raiz africana fazem com que a liderança da casa seja consultada em artigos científicos sobre a ancestralidade negra de Pelotas. Um exemplo é a dissertação e artigos publicados na plataforma da UFPel "O Feitiço da Preta Velha tem (Re)existência de Preta Nova: arqueologia e dança afro-brasileiras em pelotas"). Neles, Bàbá Kejaiye é acionado para decodificar, através do jogo de búzios (merindilogun), objetos arqueológicos encontrados em antigas senzalas, identificando-os sob a ótica dos Orixás originais da cultura Jeje-Nagô (como Azanadô e Oxumarê), em vez de leituras puramente sincréticas.
A Casa de Nagô Oluorogbo exerce uma influência profunda e transformadora no sul do Rio Grande do Sul, especialmente na região de Pelotas. Desde a sua fundação oficial em 1º de janeiro de 2008, sob a liderança do sacerdote Bàbá Kejaiye (Eurico Pontes Nunes), o templo consolidou-se como um farol de resistência cultural, inovação litúrgica e articulação acadêmico-social.
Abaixo estão os pilares que explicam a forte influência que a instituição exerce no cenário religioso e social do sul do estado:
1. Preservação de uma Identidade Litúrgica Única (Nação Nagô)
O sul do Rio Grande do Sul possui uma tradição religiosa de matriz africana predominantemente associada ao Batuque das nações Oyó, Ijexá e Jeje. A Casa de Nagô Oluorogbo diferencia-se e exerce influência ao defender a pureza da Nação Nagô (raiz Egba).
Individualidade das Divindades: Enquanto outras nações do sul frequentemente sincretizam ou aglutinam divindades (considerando, por exemplo, Ibeji ou Nanã como qualidades de outros Orixás), a tradição Nagô preservada pelo terreiro mantém a individualidade absoluta e o culto próprio de 16 divindades distintas.
Resgate do Culto Nagô-Vodun: O templo opera em uma dupla chave litúrgica raríssima no estado, unindo conhecimentos da tradição Nagô à nação Vodun.
2. Ruptura com o Sincretismo e Adoção do Calendário Kojoda
A maioria dos terreiros gaúchos organiza suas festividades seguindo datas católicas.
O Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo liderou um movimento de vanguarda no sul do estado ao alinhar seus ritos internos ao Calendário Kojoda (o calendário litúrgico oficial da Nigéria). Essa mudança redefine o ritmo de vida da comunidade local de santo, pautando o tempo não mais pela ótica ocidental/cristã, mas pelos ciclos sagrados e originários iorubás.
3. A "Pontes Acadêmica": O Terreiro como Laboratório de Ciência e Memória
A influência da casa expandiu-se fortemente para dentro das universidades, gerando um intercâmbio de saberes reconhecido nacionalmente no campo da Etnoarqueologia e da Antropologia.
* Parcerias com a UFPel: Através da formação de Bàbá Kejaiye em Arqueologia e Antropologia na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o templo tornou-se objeto de teses e artigos acadêmicos renomados. Pesquisas investigam desde a agência dos objetos materiais do terreiro até o impacto comunitário da tradicional Fogueira de Xangô promovida pela casa.
Resgate Histórico da Escravidão: O conhecimento tradicional da casa serve de base para decodificar achados arqueológicos em antigas charqueadas de Pelotas, devolvendo a dignidade histórica e a memória religiosa à população negra que construiu a região no século XIX.
4. Letramento e Combate à Intolerância Religiosa
A influência da casa também se dá pela educação formal. Diante do preconceito que historicamente cercou as práticas afro-gaúchas no sul do estado, a Casa de Nagô Oluorogbo promove o ECA (Encontro de Comunhão com a Ancestralidade). Trata-se de um ciclo de palestras públicas e um sistema de educação continuada que traduz a complexa filosofia iorubá para leigos.
5. Impacto e Acolhimento Social na Periferia
Ao contrário do antigo modelo de terreiros organizados sob a ótica de "sociedades secretas" (comuns em Pelotas no século XX devido à perseguição policial), a casa adotou uma postura de portas abertas e impacto social:
Atendimentos Gratuitos: Todos os domingos, às 20h, o templo realiza sessões de assistência e aconselhamento espiritual totalmente gratuitos e abertos à comunidade pelotense.
Rede de Apoio: O terreiro atua como um polo de acolhimento psicossocial na periferia urbana, combatendo mazelas sociais locais através da inserção comunitária, do orgulho racial e da solidariedade coletiva.
A relação da Casa de Nagô Oluorogbo registrado na história do terreiro como Edson de Souza Carneiro se dá por meio da linhagem ancestral de sua vertente de Umbanda Esotérica.
Na árvore genealógica espiritual da casa, Edson Carneiro ocupa o papel de um dos patriarcas e fundadores históricos da corrente que deságua na atual instituição de Pelotas.
A conexão detalhada se estrutura através dos seguintes marcos históricos e rituais da casa:
1. Irmão de Iniciação e Filho de Xangô
Dentro da historicidade oficial da casa, Edson Carneiro foi iniciado para o Orixá Xangô por Dr. Leopoldo Bettiol (aquele mesmo intelectual e escritor que, por sua vez, havia sido consagrado pela matriarca nigeriana Iyánùkẹ́. Edson era irmão de iniciação de Paulo Menezes. Ambos dividiram o mesmo teto espiritual e os mesmos preceitos ditados por Bettiol.
2. A Co-Fundação da Umbanda Esotérica
A Casa de Nagô Oluorogbo preserva a memória de que Edson Carneiro e Paulo Menezes foram os grandes responsáveis pela criação e fundamentação da Umbanda Esotérica no Brasil. Trata-se de uma vertente que cruzou os rituais práticos de matriz Bakongo e Nagô com os conceitos e símbolos herméticos da Ordem Rosa Cruz (AMORC).
3. A Transcrição dos Manuscritos Sagrados
O terreiro credita a Edson Carneiro uma das maiores contribuições litúrgicas da religiosidade afro-brasileira: foi ele quem transcreveu os primeiros pontos cantados que hoje são utilizados em todo o território nacional.
* Enquanto seu irmão de santo, Paulo Menezes, estava em transe mediúnico incorporado com a entidade Pai Preto, Edson Carneiro registrava textualmente as canções e preceitos litúrgicos que as entidades ditavam.
4. O Pseudônimo Literário: Oliveira Magno
Assim como Paulo Menezes assinava suas obras sob o pseudônimo de Emanuel Zespo, Edson Carneiro assinava a vasta bibliografia dos primeiros manuais e livros dessa linhagem utilizando o nome literário de Oliveira Magno. Esses livros compõem a base de estudos teóricos preservada até hoje pelo atual sacerdote da casa, Bàbá Kejaiye.
Resumo da Corrente de Transmissão até o Terreiro:
A energia e os ensinamentos documentados e vividos por Edson Carneiro (Oliveira Magno) e Paulo Menezes foram transmitidos e unificados às práticas do Batuque através de Ibrain Atalla (d'Oyá Mesan), que mais tarde consolidou o axé repassado a Baba Evanisé de Xangô Alafin Echê.
A Casa de Nagô Oluorogbo cultua o total de 16 Orixás iniciáticos principais dentro de sua tradição pura de Nação Nagô.
Como um marco dessa vertente no Rio Grande do Sul, a casa se diferencia do Batuque gaúcho convencional por não fundir nem aglutinar as divindades, preservando a individualidade absoluta de cada uma delas.
O panteão de divindades cultuadas e assentadas no templo compreende:
Orixás Funfun e o Patrono da Casa
*Baba Oluorogbo: É o grande patrono espiritual que dá nome ao templo. Ele pertence à família dos Orixás Funfun (divindades do branco e da criação). Na tradição de Ilé-Ifé, Ele é reverenciado como o Senhor das chuvas benfazejas e filho de Moremi.
*[Oxalá (Obatalá)]( O grande pai da criação e líder supremo das divindades do pano branco (Oorisanla).
O Panteão dos 16 Orixás Iniciáticos da Nação Nagô
Os Orixás que possuem culto individualizado e ritos de consagração iniciática na casa são:
*[Exu] (Bará)
* [Ogum]
* Odé (Oxóssi, cultuado ao lado de Otin)
* Logun Edé
* Ossaim (Osanyin)
* [Obaluaiê] (Xapanã)
* [Oxumaré]
* [Xangô]
* [Oyá] (Iansã)
* Oxum
* Obá
* Ewá
* [Iemanjá]
* [Nanã] (cultuada de forma totalmente independente de Iemanjá)
* [Ibeji] (Igbeji, representados pelos gêmeos Taiwo e Kehinde)
* Onilé (A divindade da própria Terra)
Outras Divindades e Forças Cultuadas
Além dos 16 Orixás de cabeça (iniciáticos), a casa realiza o culto e a adoração estrita a forças da alta sabedoria iorubá, como Orunmilá-Ifá (a divindade do destino e da adivinhação) e Olokun (a divindade das profundezas dos oceanos). No total, somando os Orixás e a linhagem paralela de Voduns que compõem o Axé do templo, pesquisas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) catalogaram 32 divindades sob o zelo litúrgico de Bàbá Kejaiye.
No atual cenário das religiões de matriz africana no Brasil, o Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo é a única casa que cultua e registra Oluorogbo como o seu Orixá patrono e governante supremo.
Para que não reste nenhuma dúvida, a diferenciação entre o que ocorre no restante do país e o ineditismo dessa instituição de Pelotas fundamenta-se em três realidades práticas:
1. O Nome na Cumeeira (Patrono Máximo)
Existem outros terreiros tradicionais (especialmente os centenários de Candomblé Ketu na Bahia) que conhecem a existência de Oluorogbo e cantam para Ele em rituais fechados, como nas Águas de Oxalá. No entanto, nenhum outro templo no Brasil abre suas portas publicamente sob a regência dele. Ele não é tratado ali como uma "visita" ou uma força secundária; Ele é o dono da casa, o que juridicamente e institucionalmente torna o espaço único.
2. Culto Individualizado e Independente
Na imensa maioria das casas de santo que preservam rezas antigas, Oluorogbo acabou sendo absorvido pelo sincretismo interno do Candomblé como uma "qualidade" ou um "caminho" velho de Oxalá (Obatalá). A casa de Pelotas rompeu essa fusão teológica: sob a liderança de Bàbá Kejaiye, o templo resgatou o preceito original de Ilé-Ifé (Nigéria), onde Oluorogbo é uma divindade totalmente independente, com suas próprias folhas, comidas, cantigas e assentamento individual.
3. A Certificação do Ineditismo pela Academia
O fato de ser a única manifestação territorial desse culto na diáspora brasileira é o que confere ao terreiro um status tão valioso para a ciência. Pesquisadores e antropólogos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) tratam a instituição como um "santuário de salvaguarda". Se houvesse outra casa estruturada da mesma forma na Bahia, no Rio de Janeiro ou em Pernambuco, a literatura etnográfica já a teria mapeado.
Portanto, quando se fala em cultuar Oluorogbo como a divindade central, independente e dar nome à instituição, o Ilé Àṣẹ Nàgó Olúorogbo em Pelotas (RS) é, categoricamente, único em todo o território nacional.
Nosso Registro
Em registro pela Federação Sul Riograndense de Umbanda e Cultos Afro Brasileiro pelo número 291
Atendimento gratuito - Horário de funcionamento
Segunda-feira - Sábado
Fechado
Domingo
08:00pm – 09:30pm